Em 20 de novembro de 1936 morria um homem e nascia um mito. Buenaventura Durruti, o mecânico, o pistoleiro anarquista, o miliciano da Barcelona antifascista.
Nadia vai para Ibiza para supervisionar as obras de Sa Marea, uma casa que ela e Marcos, seu marido, compraram. O casamento não passava pelo seu melhor momento.
Com um olhar atento e sutil, com uma emotividade sem ostentação, Paloma Díaz-Mas indaga entre dois relatos e dois passados (o familiar e o coletivo, o político e o pessoal) que ela persegue, ambos encarnados em objetos, histórias, lembranças.